Solução para as lesões nos esportistas

A medicina, atualmente, é restrita à regulação do problema local. Eu tenho uma dor na coxa, eu fiz uma entorse…Etc., o corpo nos fala do problema e faz sua correção. Um se faz por tratamentos externos, como ondas elétricas, ultra-som, fisioterapia…Ou interno (infiltrações, drogas…) para curar ou iniciar a cura. Mas porque é melhor que o corpo se cure se a cabeça não entendeu a mensagem? Claro, no final de algumas (dias, semanas e algumas vezes meses) o local em sofrimento desaparece, e todos estão satisfeitos. Estou curado! E então, a catástrofe! Estou ruim novamente, meu joelho operado está ruim, sinto instável, ou eu tenho um problema.

SGA E MICROFISIOTERAPIA: OUTRO EXEMPLO:

Vamos tomar o exemplo do músculo tríceps ou a panturrilha, que é um músculo de grande demanda por toda vida, por sua função de extensão da perna, pertence então aos músculos classificados como estáticos com muitas fibras que se retraem facilmente, no esportista pelo seu direcionamento impõem um trabalho adicional a eles, esses músculos realizam a hiper tonicidade. Essa retração causa um desequilíbrio das cadeias musculares no MMII, com a corrida mais pesada, e o chute menos efetivo (a tensão dos ísquios diminuem a força do quadríceps) e se cansam mais facilmente durante a corrida, (isso, multiplicado pelo número de corridas na sessão). A retração do tríceps prejudica também a trava do joelho .No momento de contato com o solo, o tríceps iniciar a rotação externa da tíbia antes da rotação do côndilo femoral, entretanto, vai existir risco de instabilidade, contraturas mais importantes e possibilidades de traumas no menisco, torções e outros.
Somente um alongamento realizado de forma cuidadosa, trabalhando com os princípios do SGA pode diminuir essas desvantagens.
Mas se em resposta ao meu exemplo do tríceps, uma solução se dá pela facilitação da cadeia, então porque esse músculo continua se tencionando? Ele não se comporta como se tivesse recebido uma estimulação elétrica de maneira contínua? Se a lâmpada de sua sala se queima uma vez por semana, seria mais lógico incluir/entender de onde vem essa tensão anormal ao invés de trocar o bulbo toda semana. Aqui temos outra técnica que pode também intervir:

A MICROFISIOTERAPIA

A microfisioterapia é um método de reabilitação francês, que iniciando de um desequilíbrio muscular (em nosso caso), pesquisa a origem dessa disfunção. Como qualquer organismo vivo, o corpo é desenvolvido para se adaptar, se defender e se corrigir em um evento de agressões traumáticas, microbianas, e ambientais. Quando o agressor é maior do que as possibilidades de defesa do organismo a vitalidade do corpo diminui e a memorização da agressão pode revelar várias zonas de demonstrações à distância.
No equilíbrio do tríceps, a microfisio vai procurar a origem que pode ser tóxica ou emocional, por exemplo, e irá estimular os mecanismos de correção que não funcionaram bem no tempo da agressão. O músculo vai achar sua tensão básica e irá permitir uma facilitação durável e efetiva. Esse método mostra a possibilidade de horizontes promissores, porque em uma sessão é possível liberar os estados de desordens musculares, por exemplo, ir na direção da prevenção esperada pelos treinadores.Um experimento foi realizado com o time de tênis da segunda divisão por três anos. Esse time teve uma porcentagem de jogadores ausentes de 1% ao ano (a média francesa de esporte coletivo é de 30%). Porém, durante esse período, o time foi campeão de uma liga francesa similar. Um estudo similar foi feito na Bélgica com futebol.
Relato da intervenção do 7° Congresso de Microfisioterapia – Eric De Rycke em dezembro de 2005: Nós atendemos em 5 microfisioterapeutas 22 jogadores e o treinador do Turns futebol Clube. O protocolo de Microfisioterapia usado foi P2 (e somente 1 jogador até o P6 pelas reações da operação cirúrgica no perônio tibial). Em duas horas pudemos tratar todo o time.

Na sexta-feira, dia 9 de junho, a discussão com Albert Falette, treinador do TFC clube:

– Em uma sessão de microfisio, com uma equipe montada para atender em janeiro, fevereiro, março…11 atletas sem problemas: “nível muito bom”.
– Comparado com a intervenção, pudemos constatar que houve menos casualidades”.
– 4 meses sem problemas musculares.
– O primeiro relato: 11 combinações com praticamente os mesmos jogadores
– Dos jogadores mais ativos, mais concentrados, mais abertos, mais rápidos, mais resistentes, mais energéticos são os jogadores de alto nível.

JUVISY FOOTBALL CLUB + MICROFISIOTERAPIA COM S. THOMAS

SYLVIE THOMAS (FISIO) “Eu trabalho com o clube e Juvisy porque fiquei chocado ao que a cada domingo não era o mesmo time por causa das lesões. Eu então propus mais uma sessão de microfisioterapia com o clube. Nós tivemos lesões por entorse, dores variadas, e as atletas puderam jogar ou ficaram no banco de reservas (pela necessidade de um tempo maior para recuperação) próximo domingo”.

CLAUDE FICHAUX E SEUS 18 ANOS DE VITÓRIA NA COPA DE GAMBARDELLA 2006
Eu descobri essa técnica quando eu jogava para o ADZE em 1996, já que me tratava regularmente com o SR. GRAU Norbert, a microfisio foi instalada no Tain l´Hermitage 26600. Como o responsável pelo RC Strasbourg há 18 anos (vitorioso em Gambardella 2006) e convicto por essa tomada até agora ignorada pelo mundo do esporte, fiz uma proposta com o Sr. Grau para intervir com vários jogadores do centro de formação do RCS. Durante esses 3 dias nós fomos também treinados com Stretching Global Active.

MICROFISIOTERAPIA EM D2 COM O CLUBE DE VALENCE
Experimento em MARÇO DE 2003
MICROFISIO E PREVENÇÃO NO FUTEBOL
Atualmente, pelo pedido de D Notheaux, foi realizado um experimento dentro do time profissional do futebol de Valence. A proposta dessa experiência foi mostrar a efetividade da técnica de microfisioterapia na área de prevenção das lesões no futebol.

1. O MÉTODO a microfisioterapia
2. TIPOS DE ESPORTISTAS

Esse trabalho é feio em todos os profissionais do clube de VALENCE evoluindo para a sessão 2002/2003 da Segunda Liga.

Nota:
1) Cada jogador manteve sua liberdade para fazer parte nesse trabalho ou não.
2) Cada jogador faz as sessões de microfisio no ritmo que deseja. Efetividade total: 24 jogadores profissionais.
3) O microfisioterapeutas se apresenta uma vez por semana.

3. OS TREINAMENTOS
Pedidos: Os jogadores fazem três tipos de pedidos.
1) Tem uma ou mais lesões recentes (combinadas com o dia anterior) ou antigas (que ele trata depois de semanas)
2) Ele não tem lesão, mas a microfisio pesquisa, graças aos testes das possíveis disfunções do organismo (zonas frágeis).
3) Ele não tem lesões ou outras desordens funcionais, mas o jogador se confronta com problemas globais mais comuns sob o efeito de pressões emocionais, ou nervosismo excessivo envolvendo repressões múltiplas devido ao corpo arbitrário etc…
Nota: Os pedidos vêm exclusivamente dos jogadores e estão sujeitas as regras de ética médica.

Técnica Utilizada

Tratamento unicamente manual na forma de micropalpações. Nosso trabalho consiste em detectar estados de desordem dos tecidos do corpo humano (tecidos extra-embrionários, endócrinos, nervoso e o mais importante pra nós, os mesoblastos) e restaurar o seu micro movimento respectivo. O mesoblasto é o tecido que serve de suporte para os músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e ossos.

Protocolo

Não foi estabelecido um protocolo específico. Como cada jogador é diferente, o principal objetivo é tratar as lesões de maneira mais eficaz, e o mais rápido possível. Um estudo no final da sessão vai tomar todas essas notas novamente, então teremos resultados mais completes.

4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
1) A comparação entre o número de lesões sem a microfisio com o número de lesões com a microfisio. Sem a microfisio no início da temporada de 2002 até o mês de dezembro de 2002.
Com a microfisio, a partir de 10 de Janeiro de 2003:
Nota: Esses resultados não trazem causas específicas para o corpo médico que tratou e trata, especialmente agora que toda a equipe médica se confronta com esse tipo de resultado. Esse trabalho vem em colaboração, portanto é um complemento às técnicas tradicionais disponíveis na medicina, nós julgamos aqui a contribuição da técnica e não as outras técnicas disponíveis para os jogadores.
2) O cálculo dos dias de ausência devido às lesões é estabelecido pelo treinador.
3) Cada sessão de microfisio é feita com um questionário desse tipo: “Dê uma nota de 0 a 5 na melhora ou não de cada sintoma anunciado durante o tratamento”.

5. RESULTADO
Estes resultados são feitos no meio de experiência, no retorno do inverno, início Janeiro 2003 ao 22 de Março de 2003. Nos dão uma primeira idéia das possibilidades da nossa técnica e a evolução dos dois primeiros meses em relação aos dois últimos.
Este primeiro período permite, uma firmação de contacto, seguida de uma confiança por parte dos jogadores e um aprofundamento da técnica com o propósito de pedidos específicos.
1° ESTUDO PELO CONJUNTO DA EQUIPE SEM MICRO do 24/06/02 ao 19/12/02 no total de 24 jogadores 4134 sessões de treino 708 ausências para ferida. Houve uma percentagem de 17,1% de dias de ausência.

COM MICRO Primeira semana de janeiro de 03 à. 22 de Março de 03 para 22 jogadores
1596 sessões de treino 215 ausências por lesão.
Houve uma percentagem de 13,5% dias de ausência

CONCLUSÃO: PARA O CONJUNTO DA EQUIPE O TRABALHO DE MICRO DIMINUIU AS LESÕES DE 3,6%

2° ESTUDO COMPARATIVO ENTRE JOGADORES “A” (11 jogadores tiveram de 7 à 10 sessões de micro) E NÃO ORDENHADOS “B” (11 jogadores tiveram de 1 à 3 sessões de micro. De uma à duas sessões durante os dois meses e meio de trabalho não nos permite considerar estes jogadores como tratados) por conseguinte, estabelecemos 2 grupos:
Percentagem de lesões no grupo tratado “A”: 8,5%
Percentagem de lesões no grupo não tratado “B”:19,5%
CONCLUSÃO: ENTRE OS DOIS GRUPOS A CONTRIBUIÇÃODA MICRO DIMINUIU O NÚMERO DE LESÕES EM QUASE 11%
OU SEJA: COM ESSE TRATAMENTO TEMOS 56% MENOS LESÕES!

CONCLUSÃO GERAL
É muito cedo para tirar conclusões definitivas, será necessário esperar os próximos dois meses.
Já, observa-se uma diminuição de mais de 50% nas lesões nos 11 jogadores que têm seguido regularmente as sessões de microfisioterapia e isso após apenas dois meses.
É efetivamente um prejuízo não ter realizado este trabalho no início da estação.
É deplorável que poucos instrutores ou presidentes invistam na utilização de novas técnicas que poderiam tornar ainda mais eficientes às possibilidades do corpo humano.
Este trabalho numa equipa de futebol, seria idêntico a dos outros esportes

Contrate microfisioterapeutas para seus atletas.

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